Estive estes dias em Londres e Paris e visitei vários museus. Em todos
eles, sem exceção, encontrei professores com os seus alunos com didáticas
diversas e metas também. Conto um pouco do que vi. Um grupo, bem a vontade
espalhado pelo salão, estudava perspectiva ao reproduzir a escultura por
vários ângulos. Outro grupo fazia uma gincana pelo museu. As crianças tinham que encontrar
e fotografar as dez obras que haviam estudado. Outro grupo, encontrava-se
cada qual atento a um quadro e fazia uma releitura. Um dos garotos desenhava a
Mulher Maravilha no lugar da Nossa Senhora. Fazia sentido! E apesar de novos,
desenhavam muito bem. Claro, professores desenvolvidos e recursos favoráveis
ajudam a promover desenvolvimentos aos alunos. Vi ainda, um grupo de
adolescentes, que parava nos quadros e o professor dialogava em busca de
ampliar percepções. Apenas dois mostravam-se desinteressados. Diferente do
outro salão, onde vários jovens nem piscavam, atentos à obra, ao professor e
às anotações. E era bem comum ver crianças sentadas em frente a uma obra
enquanto aprendiam a percebe-la e e senti-la na sua complexidade. Alguns professores
eram mais interativos, outros mais expositivas, outros mais lúdicas. Mas todos,
proporcionavam a vivência da cultura na cultura. E lembrei da educação do
Brasil. Temos muitos projetos bonitos, escolas sem igual. Mas, penso na
maioria. Nas nossas aulas, nos recursos, no desenvolvimento do professor e do
aluno, no que valorizamos como cultura. Penso na esperança e no trabalho pela
frente.
Nosso País está engatinhando....na educação....muito trabalho né amiga
ResponderExcluirNosso país é lindo e multicultural e sei que existem deficiência. Aqui em Recife algumas escolas fazem passeios mostrando nossa cultura , infelizmente não são todas as escolas . Eu tenho esperança que estamos galgando e chegaremos lá.
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