10 de mai de 2017

199. FRASES DE MÃE: QUEM TEM OU É, ENTENDE.

Dizem que mãe é tudo igual, só muda o endereço. Claro que não, cada uma é única. Mas que há coisas que nos parecemos… ah isso há! E como! Veja o que os filhos dizem quando perguntados qual seria uma frase frequente da mãe. Escolhi as que mais se repetiram e as dividi em 4 categorias: As Reticências, Advertências, Chantagem Emocional e Drama. Tenho certeza de que em alguma(s) dela(s) você identificará a sua mãe ou a si mesmo como mãe. Nas próximas postagens colocarei em discussão algumas. No momento, vamos nos divertir.

As reticências.
“Na minha época…”
“Eu te avisei…”
“Quando o seu pai chegar…”
“Carlos Francisco Barbosa da Cunha Rodrigues…”
“Pode me contar o que aconteceu. Eu não vou brigar…”
“Quando a gente chegar em casa a gente conversa…”
“Na volta a gente compra...”
“O dia em que você for mãe…”
“Quando eu tinha a sua idade…”
“Se eu falar mais uma vez…”
“Pega aquela coisa que tá em cima daquele negócio…”
“Sabe aquele filme que tem aquele ator daquela novela que naquele outro filme fazia o papel de marido daquela atriz bonitona que estava na novela que passou antes daquela outra que tinha…”

Advertências
“Não quero ouvir nenhum pio!”
“Leva casaco.”
“Vai esfriar.” Ps: calor de 40 graus.
“Não fale com estranhos.” Ps: Em 5 minutos no salão já fez duas amigas.
“Olha pra mim enquanto eu estiver falando.”
“Sabe que horas são?”
“Tudo o que eu falo entra por aqui e sai por aqui?”
“Eu não disse!?”
“Enquanto tiver dentro da minha casa, pode ter 30 anos, mas vai ter que obedecer!”
“Enquanto comer do meu feijão, prova do meu cinturão!”
“Quem tem filho barbado é gato.”
“Não fez mais que a sua obrigação.”
“Não sou sua empregada.”
“Tá pensando que eu sou sócia da Light?”
“Tira esta toalha de cima da cama!”
“Desliga este videogame que estraga a televisão.”
“Vai arrumar seu quarto senão vou fazer fogueira.”
 “Aonde é que o senhor pensa que vai?”
“Quando eu voltar, eu quero esta casa um brinco.”
“Não adianta correr. Você vai apanhar de todo jeito.”
“Respeito é bom e mantém os dentes.”
“Se não engolir o choro vou te dar um motivo para chorar de verdade.”
“Vai chorar na cama que é mais quente!”
“Vou contar até 3!!! 1, 2, 3.”
“Se não tomar remédio e tiver que ficar no hospital, vai ficar sozinha.”
“Se eu for até aí e encontrar, vou esfregar na sua cara.”
“Cadê meus “tapewares”!”
“Não tô pedindo, tô mandando!”
“Acha que dinheiro dá em árvore, é?”
“Não interessa quem foi. Vão apanhar os dois!”
“Se fulano enfiar a cabeça na privada você também enfia é?”
“Você não é todo mundo.”
“Vocês ainda não me viram nervosa!”

Chantagem Emocional
“Pode ir, já estou acostumada a ficar sozinha mesmo…”
“Quando você tiver um filho vai aprender a me dar valor.”
“Quando eu morrer…”
“Aprenda agora, porque mãe não é para a vida toda.”
“Pra mim não vai a lugar algum, mas para as amigas vai até pro inferno.”
“E se acontecer alguma coisa comigo?”
“O dia que eu sumir vocês vão ver o que é bom pra tosse.”

Drama
“Eu espero que os seus filhos sejam como você.”
“Esse povo que você está andando tem mãe?”
“Não gostou? Então pegue seus paninhos e vá viver sua vida.”
“Levanta que são quase meio dia!” ps: são 10 da manhã.
“Tá achando que está falando com as suas amiguinhas?!”
“Chegou a turista.”
“Lembrou que tem casa?”
“Quer dormir na casa dos outros pra que? Não tem casa?”
“Que história é essa???”
“Uma coisa é uma coisa. Outra coisa é outra coisa.”
“Quebraaaa! Não é você que compra!”
“Será possível que eu faço tudo sozinha nesta casa?”
“Por que eu ligo e você nunca atende?”
“Se fosse para os seus amigos você já tinha feito.”
“Se levanta e venha buscar que tu não é aleijado.”

Mães, maravilhosas mães, demasiadamente humanas mães… quem tem ou é, entende.

Aproveito para desejar a você, mãe, um lindo dia das mães, como também todos outros 364 dias das mães. Até a próxima!

11 de abr de 2017

198. Conhecer para melhor agir: AUTISMO.

Sofia e seus pais, Andreia e Pedro Bittencourt.
O autista tem o cérebro hiperexcitado. O que isso significa? O cérebro da maioria de nós faz uma atividade de cada vez. Toda vez que fazemos uma nova atividade, desligamos a atividade anterior. E quando escuto música e estudo, por exemplo? Também. Você estuda e ouve e estuda e ouve. É tão rápido que nem percebe que faz uma atividade por vez. O autista, por ter o cérebro hiperexcitado, liga uma nova atividade sem desligar a anterior. Isto significa que ao longo do dia ele vai fazendo centenas de atividade ao mesmo tempo. Já pensou como deve ser difícil! Mas, ele cria um método para se organizar neste mundo de estímulos e agir de forma adequada. Quando se vê neles um padrão de movimentos repetitivos, acentuadas rotinas e rituais, perceba que é um cérebro querendo se organizar. Se bloqueamos o movimento repetitivo, ou os tiramos da rotina, eles se vêem no mundo de estímulos, entram em crise e se desorganizam. O cérebro dele é assim e por isso não é possível querer que funcione como o nosso.
Pedi a Andreia Pereira, mãe de uma criança autista, que nos contasse brevemente um pouco da filha e que desse-nos dicas para atuarmos melhor com o autista. E agora, é com ela.

“Sofia estava no jardim 2, quando fomos chamados para uma conversa com a psicóloga e a coordenadora. Falaram-nos de forma suave, as observações que haviam feito, no mês de fevereiro. Disseram que ela tinha atraso de linguagem, dificuldades na comunicação e interação, sempre buscava brincar só e enfileirando objetos e quando era chamada não olhava, entre outras. Nos mandaram procurar uma neurologista, fiquei muito preocupada e logo estava numa consulta, e foi diagnosticado o autismo. Perdi meu chão nessa hora, sem saber o que nos esperava, e com um luto profundo no peito. Mas não poderíamos perder mais tempo com a tristeza, tínhamos que correr contra o tempo e seguir, e de acordo com as orientações da neuro, fomos em busca do tratamento terapêutico com fonoaudióloga, terapeuta ocupacional, pscomotricidade relacional e não demorou muito para começar também a análise aplicada do comportamento, na qual Sofia permanece até então. E vem apresentando evoluções significativas. E essa virou nossa rotina diária, nas manhãs tem as terapias e a tarde escola. Fim de semana é mais tranqüilo, a levamos para um parque ou shopping, ou cinema (pouco), ou praia que ela ama. Porém, temos enfrentado olhares turvos e às vezes até escutamos absurdos das pessoas por total falta de conhecimento/ignorância e preconceito, por presenciarem a criança aos gritos ou com birras, por não estar gostando do lugar, ou por estar muito barulho e muita gente, ou estar sentindo alguma dor sem saber expressar o que esteja sentindo. Enfim, pode ser inúmeras situações. Nesse momento a única coisa que eles querem são os pais, que sabem o contexto da história deles, e saberão o que fazer.
Para ajudar uma pessoa com TEA (Transtorno do Espectro Autista), as pessoas só precisam;
Ø  Ter empatia, tente se colocar no lugar de uma pessoa que não sabe se expressar, não porque não quer, mas por causa da síndrome.
Ø  Como a maioria não suporta barulho, por distúrbio sensorial auditivo ou por simplesmente não gostarem, então se puder baixe o tom da voz ou volume do som musical.
Ø  Paciência, uma das principais ajudas que qualquer pessoa possa dar e ter. Às vezes você precisa ensinar mais de uma, duas ou três vezes, para essa pessoa aprender.
Ø  Demonstre alegria e paz, pois eles sentem, como a pessoa está naquele momento.
Ø  Faça um teste em casa, não use comunicação de nenhuma forma, e vende os olhos, se sinta e reflita, como é a dificuldade alheia.

Sofia vem me apresentando um mundo, que eu desconhecia, com todos os detalhes, e diariamente me ensina que todos nós somos diferentes, mas com o mesmo ideal: vivermos felizes e sermos melhor no que escolhemos seguir. Damos mais valor a vida juntas e com amor, superamos tudo.”


Grata Andreia pelos ensinamentos. Grata Sofia por nos possibilitar sermos mais humanos.

1 de abr de 2017

197. VOCÊ VASCULHA A VIDA DO SEU FILHO?

Muitos aconselham aos pais a vasculharem a vida do filho para saberem por onde anda, com quem anda, o que fala, o que posta, enfim. Observar e controlar o filho para de certa forma protegê-lo. E muitos, na surdina, vasculham mochilas, gavetas, diários, mensagens. E encontram esperadamente, o inesperado. Claro! Ao procurar o escondido, sem perceber, ensina-se que é preciso esconder. Este tipo de ação nem protege, nem é efetiva e ainda é destrutiva, pois não é relação de confiança, a única que funciona. Não devemos controlar os filhos, mas ensiná-los, dia a dia, a bem cuidarem de si na própria vida. E precisam de muito apoio para desenvolverem a personalidade, os valores, os princípios, para enfrentarem os medos, as dúvidas, os desafios. Não é de controle ou que os vasculhemos o que precisam! Quando os filhos confiam e encontram em nós apoio e orientação, eles se abrem. Mostram as mensagens que os inquietam. Pedem conselho de como agir nas situações conflitantes. Contam as maravilhas e os “podres” dos amigos, das baladas, das aulas, de si. Perguntam sobre sexo, drogas, o que for. Mas para isso, é preciso saber ouvir sem julgamento, ter cautela com a reação, ajudar a pensar junto (não pensar por ele), aproximar-se dos amigos com abertura, ser legal sem deixar de ser pai/mãe, não ser subserviente, participar com interesse e responsabilidade. Pois, conhecer o filho em vida e ajudá-lo a melhorar nela é melhor que vasculhá-lo e gerar farsa e aborrecimento. Invista na confiança, na relação de vocês e deixe os olhos da alma sorrirem descontroladamente.

22 de mar de 2017

196. QUANDO O FILHO MENTE E DESOBEDECE.

Conta uma mãe. “Ele me disse que ia para a casa da tia, mas foi para a casa do amigo. Localizei-o, dei uma bronca e mandei que voltasse para casa imediatamente. Ele disse “Não!” e desligou o telefone na minha cara.” Histórias como estas estão cada vez mais presentes no nosso cotidiano. O que fazer? Pare tudo e analise  a sua relação com o seu filho em vários aspectos e desde os primórdios. Não basta olhar a situação de forma isolada. O que costuma gerar isso? Vou apenas citar 3 atitudes, que já é um grande começo. 1. Mães que fuçam (e esta é a melhor palavra) as coisas dos filhos, os desrespeitam e abrem espaço para serem desrespeitadas. Há maneiras mais nobres de saber o que e com quem seu filho fala e anda. Além disso, esta ação faz da relação um jogo, um jogo tenso, pois a mãe irá usar os dados sem que o filho perceba que ela fuçou nas suas coisas. E assim, o teatro de mentiras começa com a própria mãe. 2. Mães repetitivas e com discursos de “blá blá blá” são cansativas. Parecem torneiras que pingam e irritam. E o cérebro descarta a mesmice. Há maneiras mais agradáveis e úteis de dizer o que se quer dizer, de chamar à responsabilidade e à confiança. Ter um diálogo agradável (ouvir e ser ouvido) ainda é a melhor forma. Seja firme com o que tem que ser, mas sem fechar o canal de comunicação entre vocês. 3. Mães que cobram e fazem chantagem emocional. Isto afasta qualquer filho. É chato. Perguntei ao filho o porque ele mentiu. Ele respondeu: “Por que minha mãe não deixaria eu ir. E eu teria que ficar ouvindo todo o seu mimimi.” Recado dado.

11 de mar de 2017

195. DIREITOS SIM, DEVERES TAMBÉM.

No pátio de uma escola, dois meninos brigavam de arrancar o couro, enquanto as outras crianças pareciam soprar brasa, inflamando-os. A servente apenas berrava, sem cessar, para que parassem. Até que duas crianças seguraram os conflitantes e desta vez sopravam para esfriar. Perguntei à servente: “Por que não os separou?” E debruçada na vassoura respondeu: “São os direito da criança. Aqui mandam a gente não tocá nelas. Já pensou se vou apartá e deixo o braço do minino roxo? Eles me processam, sabia?”(sic) Direitos das crianças. São tantos! Mas muitas vezes, mal usados, seja pelos adultos que deixam de agir por autoproteção, seja pelas próprias crianças, que muitas vezes se aproveitam deles e ainda citam o Estatuto (ECA), em geral, de forma autoritária e sócio-emocionalmente desequilibrada. Vi, li, ouvi diversas histórias destas. Não nego aqui a importancia dos direitos da criança e do adolescente. Esta é uma vitória de dar alegria. Mas, os direitos só fazem sentido se os deveres estiverem sintonizados, caminhando junto. O problema é que as crianças e adolescentes aprendem mais dos direitos do que de deveres. E fica desbalanceado, inclusive os seus desenvolvimentos. Já é hora de valorizar e ensinar também os deveres. Que tal começarmos pelo respeito ao direito do outro, o respeito às pessoas, inclusive as que são ou pensam diferente de nós evitando brigas. O dever de estudar, de cuidar, de cooperar, de aprender a ser responsável pela própria vida e de assumir as ações. São tantos ainda, mas já temos um bom começo. Direito sim. Deveres também!

1 de mar de 2017

194. NÃO SE PERCA DE MIM!

Assisti ao tocante filme “Lion:  uma jornada para casa.”. Trata da história real de uma criança que se perde e não tem informações suficientes para ser ajudada a retornar. E por aí segue a história que é de arrepiar! Mas, quão fácil é perder uma criança! Quem já não perdeu ou não foi perdido? Ser ou estar perdido pode deixar uma violenta marca de medo, abandono, solidão, insegurança, vazio, que provavelmente acompanhará o ser ao longo do tempo. É uma experiência regada de instintos e poucos recursos para enfrentar a situação, que podem gerar ene possibilidades de destinos. Melhor evitar que a criança (e você) passe por este estresse, trauma ou mude completamente o seu destino como o de Lion. 
Segue algumas dicas mesmo que o seu filho seja muito pequeno. 
1- Faça-o memorizar o seu número de telefone ou o nome da rua ou do condomínio. Crie uma musiquinha do tipo: “Qual o celular da sua mãe? É XXXX-XXXX”. As músicas ajudam a memorizar e os gestos também. Exagere neles, as crianças gostam. “Perca” tempo com a memorização. E sempre repasse a música com a coreografia criada. 
2. Ensine o nome dos pais e peça para a criança os descrever e já corrija o que for necessário. Pois se o seu filho se perder, a primeira pergunta que farão a ele será sobre vocês. 
3. Quando sairem, independente de celulares, marquem sempre um ponto de encontro caso alguém se perca. Deixe as crianças o escolherem e avalie se está bom. De vez em quando reforce-o. Melhor prevenir do que remediar, já dizia o velho ditado. 

8 de fev de 2017

193. DICAS PARA COMEÇAR BEM O ANO ESCOLAR

CLAREZA NOS PAPÉIS
A escola e seus profissionais tem os seus papéis, os pais têm outros e o aluno outro. Se não está claro os papéis de cada um, sugiro que converse com a escola, uma vez que cada uma tem seus “temperos”. É fundamental que cada um conheça para caminhar com tranquilidade pelo ano escolar.

VOCÊ TEM AS SUAS RESPONSABILIDADES E O SEU FILHO AS DELE. Desde pequeno, ensine o seu filho a ser responsável por todas as atividades da vida escolar: mochila, materiais, provas, tarefas. Ensine paulatinamente sem subestimar a criança. Com dez anos, ela já deve ser capaz de estar responsável por tudo. E se foram bem aprendidas, a autonomia e a responsabilidade, nem precisará da supervisão dos pais.

NO PAINS NO GAINS
Sim, sem esforço não há ganho, já dizia o velho ditado. Mas para nos esforçarmos é preciso um por que, um motivo na ação (motivação). Ou seja, a oportunidade e a motivação é uma excelente dupla ao desenvolvimento do seu filho. Use e abuse. Crie oportunidades onde o esforço valha a pena.

NÃO SE DESENVOLVE NO LUGAR DO OUTRO

Podemos possibilitar desenvolvimentos aos filhos, mas não desenvolvê-los. E, ainda bem. E como desenvolvemos? Aprendendo. E como aprendemos? Na experiência. Ou seja, proteger a criança para que ela não se frustre, canse ou sofra, evitar-se-á que ela viva, experiemente, aprenda e se desenvolva. Há erros que parecem acertos. Fique de olho.

28 de dez de 2016

192. BYE BYE SO LONG FAREWELL



2016 vai e deixa marcas. Um ano que sacodiu o Brasil, outros países e muitos dos bilhões de cidadãos. Para mim, foi ano de mudança, também geográfica. Ano de inspiração, transpiração, ação. Ano intenso, produtivo, de reencontros e (des)encontros. Ano para agradecer. Fiz muito do que gosto, trabalhei, viajei, interagi com a família e com pessoas queridas em cursos, palestras, faculdades e pela vida. Conheci mais de mim, dos meus, do outro, do mundo, de amor, de felicidade. Ensinei e muito aprendi. 2016 vi a primeira filha se formar e apesar de prepará-las para o mundo de forma cuidadosa e consciente, assusta quando  conduzem a própria vida e pagam as próprias contas. A princípio os filhos são carentes de nós, mas rapidamente nós é que ficamos deles. Noto que diariamente a maternidade pede reflexões e revisões de papéis. Observo as minhas filhas e vejo a boa  base que demos. Como também como elas souberam e sabem dar continuidade aos seus desenvolvimentos com linda autoria. Aos 22 e 20 anos já possuem um belo caminho profissional, muita experiência enriquecedora, são comprometidas, éticas, autônomas, responsáveis  e sabem respeitar a si, ao mundo e aos outros. São amorosas, cuidadosas, competentes, pró-ativas, resilientes, posicionadas. E como todos os filhos têm um mãe coruja. Uma mãe e filhas que vão se constituindo mãe e filhas numa vida sem ensaios, com perdas e ganhos, com erros e acertos, mas com vida e com a vida, na busca de vida que seja viva e que valha a pena. Bem vindo 2017 e felicidade a todos neste fim de ano e no que se inicia. Até lá!