28 de dez de 2016

192. BYE BYE SO LONG FAREWELL



2016 vai e deixa marcas. Um ano que sacodiu o Brasil, outros países e muitos dos bilhões de cidadãos. Para mim, foi ano de mudança, também geográfica. Ano de inspiração, transpiração, ação. Ano intenso, produtivo, de reencontros e (des)encontros. Ano para agradecer. Fiz muito do que gosto, trabalhei, viajei, interagi com a família e com pessoas queridas em cursos, palestras, faculdades e pela vida. Conheci mais de mim, dos meus, do outro, do mundo, de amor, de felicidade. Ensinei e muito aprendi. 2016 vi a primeira filha se formar e apesar de prepará-las para o mundo de forma cuidadosa e consciente, assusta quando  conduzem a própria vida e pagam as próprias contas. A princípio os filhos são carentes de nós, mas rapidamente nós é que ficamos deles. Noto que diariamente a maternidade pede reflexões e revisões de papéis. Observo as minhas filhas e vejo a boa  base que demos. Como também como elas souberam e sabem dar continuidade aos seus desenvolvimentos com linda autoria. Aos 22 e 20 anos já possuem um belo caminho profissional, muita experiência enriquecedora, são comprometidas, éticas, autônomas, responsáveis  e sabem respeitar a si, ao mundo e aos outros. São amorosas, cuidadosas, competentes, pró-ativas, resilientes, posicionadas. E como todos os filhos têm um mãe coruja. Uma mãe e filhas que vão se constituindo mãe e filhas numa vida sem ensaios, com perdas e ganhos, com erros e acertos, mas com vida e com a vida, na busca de vida que seja viva e que valha a pena. Bem vindo 2017 e felicidade a todos neste fim de ano e no que se inicia. Até lá!

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