O cérebro é um órgão incrível. Uma de suas características é que não
gosta de mesmice. E convenhamos que o blá blá blá é mesmice e chatice para
todos. Conto-lhes uma história. Minhas filhas tinham 10 e 12 anos e eu estava
cansada de “blá blá blar” sobre as colaborações em casa, que sempre achamos
importante tanto para aprenderem a fazer, como para desenvolverem autonomias e
responsabilidades e se sentirem parte importante da família. Assim, abandonei a
falação e dei início as aulas de percepção. Conto uma delas. Levei-as ao varal
repleto de roupas e perguntei o que viam. Descreveram. Pronto! Final da aula do
dia. Estranharam, mas já me conheciam. No dia seguinte, voltamos ao varal e fizemos
o mesmo. No outro dia, já acharam graça, mas se inquietaram. “Mãe, está tudo
igual! O que é para a gente ver?”, disseram. “Vocês viram exatamente o que era
para ver. O varal está mesmo igual. E que conclusão podemos tirar disso?”, perguntei.
Uma delas disse: “Já sei! As roupas não vão sozinhas para o guarda roupa, né?”
Bingo!!! Agora era preciso outras lições. Mas reforçar também este aprendizado,
não com falação, mas com vida. Pois aprender não é assim tão instantâneo. Em
pouco tempo, lá estavam as roupas de novo esquecidas no varal. Chamei-as até a
lavanderia e comecei a cantar parabéns pedindo-lhes ajuda. “Mas afinal, para
quem é o parabéns?”, perguntaram. Respondi: “Para as roupas no varal. Hoje elas
completam uma semana aí.” Rimos e o recado estava dado. Cometa algumas
loucuras. Tão bom! E bem mais eficientes que o blá blá bla.Este BLOG serve a quem quer refletir, conhecer e agir na EDUCAÇÃO de filhos, alunos, colaboradores.
4 de mai. de 2016
180. O BLÁ BLÁ BLÁ NÃO FUNCIONA.
O cérebro é um órgão incrível. Uma de suas características é que não
gosta de mesmice. E convenhamos que o blá blá blá é mesmice e chatice para
todos. Conto-lhes uma história. Minhas filhas tinham 10 e 12 anos e eu estava
cansada de “blá blá blar” sobre as colaborações em casa, que sempre achamos
importante tanto para aprenderem a fazer, como para desenvolverem autonomias e
responsabilidades e se sentirem parte importante da família. Assim, abandonei a
falação e dei início as aulas de percepção. Conto uma delas. Levei-as ao varal
repleto de roupas e perguntei o que viam. Descreveram. Pronto! Final da aula do
dia. Estranharam, mas já me conheciam. No dia seguinte, voltamos ao varal e fizemos
o mesmo. No outro dia, já acharam graça, mas se inquietaram. “Mãe, está tudo
igual! O que é para a gente ver?”, disseram. “Vocês viram exatamente o que era
para ver. O varal está mesmo igual. E que conclusão podemos tirar disso?”, perguntei.
Uma delas disse: “Já sei! As roupas não vão sozinhas para o guarda roupa, né?”
Bingo!!! Agora era preciso outras lições. Mas reforçar também este aprendizado,
não com falação, mas com vida. Pois aprender não é assim tão instantâneo. Em
pouco tempo, lá estavam as roupas de novo esquecidas no varal. Chamei-as até a
lavanderia e comecei a cantar parabéns pedindo-lhes ajuda. “Mas afinal, para
quem é o parabéns?”, perguntaram. Respondi: “Para as roupas no varal. Hoje elas
completam uma semana aí.” Rimos e o recado estava dado. Cometa algumas
loucuras. Tão bom! E bem mais eficientes que o blá blá bla.20 de abr. de 2016
179. INGREDIENTES PARA O DESENVOLVIMENTO DA CRIANÇA
A criança se desenvolve através
de aprendizagens. E, na maioria das situações ela precisa vivenciar para
aprender, e quanto mais sentidos estiverem envolvidos melhor. Assim, a criança
precisa ter oportunidade, interagir com o que vai aprender e ter motivação para manter a aprendizagem. Por exemplo: Você pode dizer
à criança a definição de vulcão. Ela está tendo a chance de aprender pela via
da audição e de modo bem abstrato, o que para ela é ainda bem difícil. Mas, se
você estiver ao pé de um vulcão e definí-lo, mais sentidos estarão envolvidos,
a definição fica mais concreta e palpável e ela terá mais chances de aprender. O
cérebro agradece. Se ainda for a algum museu de ciências, destes que podem
interagir, e tiver a explicação sobre o vulcão, mais sentidos e mais áreas
cerebrais serão ativadas. E se fizer ainda com a criança uma maquete de vulcão
e colocá-lo para funcionar, mais complexa e prazerosa será a aprendizagem, e
com ela o desenvolvimeto. Isto vale para todas as aprendizagens. Sentir na
pele, como dizemos, é o melhor jeito de aprender. Claro, sei que é difícil criar
tantas oportunidades assim. Nós vivemos com nossas filhas cada um destes
passos. Aproveitamos férias e viagens para ajuda-las a identificar no concreto
o que aprendiam na escola e na vida. Claro que o vulcão é um dos exemplos. Mas,
testei e aprovei que explorar aprendizagens potencializam o desenvolvimento
integral dos filhos. Oportunidade, interação e motivação são os ingredientes
principais para aprendizagens e desenvolvimentos. Que tal criar interessantes
receitas?
6 de abr. de 2016
178. 3 DICAS PARA MELHOR ENTENDER E AJUDAR O SEU FILHO.
1. Tudo o que aprendemos vamos representando na memória. Se digo
“árvore” observe como o seu cérebro identifica a palavra, traz imagens e lhe
possibilita a ter acesso a vários conhecimentos e lembranças sobre árvores que
você construiu a partir da sua experiência. O mesmo ocorre com o seu filho, e
por isso o que está representado em você, não está nele e nem em mais ninguém,
pois cada um tem a sua experiência e o modo como representa e organiza na
memória.
2. Interagimos com o mundo a partir destas representações mentais que
construímos. Logo, quanto mais conhecimentos bem representados, mais a criança
poderá perceber do mundo, abrindo-se a novas possibilidades de aprendizagens e
desenvolvimentos.
3. De certa forma, só percebemos o que já conhecemos. Conto
um episódio para ilustrar. Umas crianças de educação infantil aprendiam sobre
os insetos. No intervalo, foram ao pátio brincar, mas logo voltaram à
professora em alvoroço. Estavam surpresas como o estudo havia feito o pátio ficar
repleto de insetos. Claro que sabemos que os insetos já estavam lá. O que
aconteceu é que ao dar início a construção das representações sobre os insetos,
a percepção das crianças mudou. E elas viram o que antes lhes era
desapercebido.
Então, como podemos ajudar? Lembrar que nossas representações
são diferentes das da criança. Atentar-se as suas descobertas, as suas
representações, não dizer qualquer bobagem, mas ajudá-las a conhecer, perceber
e construir correta e organizadamente o mundo, os outros e a si mesmo.
30 de mar. de 2016
177. A LINGUAGEM MUDA O MUNDO INTERNO DA CRIANÇA.
A linguagem tem como função básica a comunicação entre os membros de
uma mesma espécie. Na nossa, o choro é o primeiro ato de comunicação e logo vai
ganhando novas formas. Mas há ainda uma função ligada ao pensamento. A
linguagem possibilita a representação mental do mundo e é fundamental para a
construção, estruturação e organização do pensamento. Ao nomear algo ou alguém,
como “mamãe, cadeira, cachorro”, a criança está realizando um ato de
classificação. Ao dizer “cadeira” ela está a colocando numa classe de objetos
do mundo, na categoria cadeira, o que também implica saber distinguir esta
categoria de todas as outras. E assim a criança vai representando o mundo,
dando-lhe lógica e o organizando de forma simbólica, isto é, colocando o mundo
para dentro de si e pensando sobre ele. Isto gera uma mudança cerebral incrível
e a criança começa a desenvolver a cognição rapidamente. Se estimúlo o meu
filho a falar “au au” para todo e qualquer animal, o seu mundo interno ficará
limitado e o externo por consequinte. Se converso com a criança sem explorar
novos conhecimentos e vocabulários, também. O que fazer? Deixe a criança se
comunicar o máximo possível, mas com limites. Saber escutar muito ensina.
Estimule-a a contar sobre o seu dia, fazer as suas perguntas, desenvolver a
linguagem em todos os seus modos. Ajude-a a ganhar vocabulário, a corrigí-lo e
a organizar o pensamento. Leia com ela, para ela, deixe-a “ler” para você. E
prepare-se para assistir e participar de grandes desenvolvimentos.
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Ligia Pacheco,
relação pai e filho
17 de mar. de 2016
176. ADOLESCENTE AOS 3?
Tem filho de 3, 4 ou 5 anos? Por um acaso, de repente, ele está
parecendo um mini adolescente? Quer fazer tudo sozinho? Acha-se bem
independente? Virou do contra? Coloca o dedo em riste e quer dar ordens? Maravilha!
Seu filho está passando por uma importante fase de desenvolvimento. Explico.
Segundo Henri Wallon, que tem uma teoria psicogenética bem
interessante, a criança nesta fase passa por três momentos. O primeiro é a negação. Ou seja, ela nega tudo o que
dizemos e fazemos. Nada tão pessoal. Apenas para expulsar o outro de dentro de
si, dar inicio a sua pessoa consciente e esboçar a sua personalidade. (Atenção!
Fase bem perigosa para perdermos o rumo.) Mas, expulsar o outro tem também o
seu preço. O medo de perdê-lo faz com que a criança apele para a sedução. E seduz. E se torna
narcisista, exibicionista e sai em busca de aplausos. E finalmente, a imitação. Em que especialmente pelos
jogos de faz de conta, ela internaliza o outro e os papéis sociais. Brinca que
é professora, que é mãe, piloto etc. Ao viver o outro ela passa a defini-lo
melhor, bem como a si mesma. E o que fazer? Primeiro paciência. Depois, limites
bem claros. Deixe ele se opor um pouco e chega. Cuide com as seduções e os
exibicionismos. Ambos fazem parte do desenvolvimento, mas em excesso desandam a
massa. E não limitem seus filhos ao tablet. Tais vivências vividas são
importantíssimas! Propicie baús de fantasias, muitas brincadeiras de imitação enquanto
deixa BEM claro os papéis de cada um na casa. Ajude o seu filho a ter bela
personalidade.
Neste rápido video, observe a negação pelo grito e logo em seguida a sedução.
3 de mar. de 2016
175. OS PRIMEIROS ANOS DE VIDA SÃO QUASE TUDO!
Creio que nunca mais vamos conseguir aprender tanto como nos dois
primeiros anos de vida. Passamos de um ser altamente dependente e quase inerte
para um ser, que se tiver espaço, consegue até mandar em toda a família. Em
apenas dois anos! Realmente, a capacidade de aprendizagem nesta fase é
inimaginável e maravilhosa! E há que ser bem aproveitada. A princípio o bebê
fica deitado, e ainda nem enxerga direito. Mas logo, começa a ganhar mais movimentos,
a coordená-los, a explorar o que está a sua volta. Começa a aprender das
emoções e de como interagir com o meio social para ter suas necessidades
alcançadas. Logo senta, e seu mundo ganha nova perspectiva. Quantas coisas a
explorar. E logo engatinham e começam a construir o mundo e suas relações.
Jogam o bola e ela rola. Jogam o copo e ele quebra. Batem a cabeça na mesa e
percebem que dói e machuca. E andam. E o mundo se abre em possibilidades. E
logo correm e viram ótimos personal trainers, fazendo-nos correr atrás. Afinal,
falta-lhes vivências. Nem imaginam o perigo que correm, por isso estamos nós
ali a ensiná-los. E começam a falar e rapidamente ampliam o vocabulário. Quanta
aprendizagem! E quantas há por vir. Mas uma dica é importante. O cérebro humano
é capaz de aprender em qualquer idade. Mas as experiências dos primeiros anos
de vida afetam a arquitetura cerebral e o modo como ele é colocado em ação.
Experiências positivas e felizes constroem uma arquitetura forte para o
aprendizado, o comportamento e a saúde. Invista na boa base.
11 de fev. de 2016
174. AGORA É PRÁ VALER: VOLTA ÀS AULAS!
Estou aqui lembrando os acertos e erros que cometi como mãe de filhas
em escolas. E foram várias delas, pois nos mudamos muito. Destas reflexões, vou
elencar o que de melhor aprendi na relação escola-filhas-família.
1. Conheça bem a escola, os professores, o que ela propõe e realmente faz
em prol do desenvolvimento global de seu filho.
2. Mantenha um contato regular com os profissionais que lidam com o seu filho. Mas não exagere, pois eles têm vários outros pais para lidarem.
3. Não influencie o olhar do professor com uma lista de coisas que o seu filho não é bom. Cada um tem um olhar.
4. Os filhos são bem diferentes em casa e na escola.
5. Você tem um ou alguns filhos, enquanto a escola tem várias crianças. Ela não vai dar conta de ensinar tudo a todos.
6. Pais, filhos e escola devem formar uma parceira comprometida onde
cada um deve ter o seu papel bem definido. Inclusive o seu filho.
7. É incoerente falar mal da escola para a criança e continuar a
levando. Mas não deixe de ir lá conversar se algo incomodar.
8. Não troque estudo por prêmios. Ajude o seu filho a descobrir como é
gostoso estudar, quando se sabe para que se estuda o que estuda.
9. Não assuma as responsabilidades escolares no lugar do seu filho. Só
entre em cena, quando for preciso mesmo.
10. A escola é passageira, o filho é para sempre.
16 de dez. de 2015
173. EU QUERIA SER CRIANÇA PARA SEMPRE.
“Eu queria ser criança para
sempre” foi uma das frases da menina de sete anos. Claro que eu fui investigar o porquê. Acho
uma delícia entrar no mundo da criança. É tão mais lógico, simples e surpreendente!
Logo vi, que era menina como eu fui. Gostava de brincar. E queria ser sempre
criança para poder brincar para sempre. Este era o seu desejo. E só se deseja o
que se conhece? Talvez. E ela conhecia: brincava e sabia o que era brincar. Nossa
conversa foi entrecortada por piruetas, mergulhos na piscina, corrida atrás da
bola, penteados diferentes em mim enfim, uma conversa brincante. Mas continuei nosso
rico diálogo enquanto dava um tapa na bola que não podia tocar o solo. “Adulto
não pode brincar?”, perguntei. Ficou confusa. E então seguimos nossa conversa
enquanto ela ia descobrindo que tinha tios, conhecidos e professores que sabiam
ser crianças para sempre.
Infelizmente, esta menina é minoria. A maioria das crianças com esta
idade já estão ocupadas com coisas de mocinha. Batom, esmalte, chapinha, até
depilação eu já vi! O que é uma pena, pois para manter a criança viva é preciso
primeiro ser criança. E a infância... a infância... passou.
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2 de dez. de 2015
172. COM A VOZ... AS CRIANÇAS.
Anotei algumas frases de crianças de educação infantil (3 a 6 anos) para
atentarmos ao quanto as subestimamos e notarmos a diferença de um cérebro bem
estimulado. Elas estudam em escolas na cidade de Reggio Emilia (Itália), que
são mundialmente conhecidas pelas suas
práticas educacionais, que entre tantas outras, leva a criança a pensar, a
criar hipóteses e teorias, a construir individual e coletivamente o
conhecimento ligado ao seu cotidiano. Dá ainda condições para que adultos e
crianças desenvolvam competências de dialogar, errar, construir argumentação,
sequência lógica, fazer perguntas, desestruturar o pensamento e reorganizá-lo, passar
a experiência concreta para uma representação mental, registrar de ene
maneiras, não acumular saber e transformar o que tem já construído. A mente
precisa saber se orientar em meio há tanta informação. E isto lá se ensina e se
aprende muito bem.
As frases estão descontextualizadas, fora de seus projetos que as
originaram, mas vale para perceber a complexidade na simplicidade e aprender
com elas.
“Quando eu desejo minha mente se abre.”
“A lua perfuma as estrelas.”
“O perfume entra no coração e bate de modo diferente.”
“Você pode comprar uma flor, mas não pode comprar o perfume dela.”
“Quando você toca alguma coisa os dedos te fazem perguntas.”
“Para dar um passo para frente precisamos antes perder o equilíbrio.”
“Se as escolas não existissem não conseguiríamos fazer pensamentos.”
“A natureza é secreta porque não sabemos como se faz algumas coisas
como as nuvens, o sol, o céu.”
“Se alguém dá água para a flor quer dizer que deseja a flor e que ela
tenha uma vida serena.”
“A natureza é diferente. Depende do jeito que você olha.”
“A morte é a guerra.”
“Descansa porque já teve uma vida tanta!”
“Quando cai a neve tem um barulho de silêncio.”
“O silêncio é o gato que dorme.”
18 de nov. de 2015
171. VOCÊ JÁ DESENHOU O PERFUME DE UMA FLOR?
Estava em seminário com as educadoras Maddalena Todeschi e Loretta
Bertani de Reggio Emilia (Itália), cidade reconhecida pela sua educação
infantil. Em suas escolas há muita reciprocidade entre adultos e crianças, num
clima de alegria e com liberdade para expressar o seu ponto de vista sem que
haja julgamentos. “Quanto melhor este clima, mais cada um trará o original que
há dentro de si.”, diz Todeschi, e que vai ampliando-se a partir das
experiências. Também não há salas fechadas, mas diferentes espaços que se
interligam possibilitando a construção ampla do que se aprende, bem como a sua
revisitação. Espaços para desenho e pintura, construção, jardim interno e
externo, cozinha, enfim uma escola repleta de possibilidades de aprendizagens e
em movimento. Conto um episódio. Numa determinada turma e momento, discutia-se
o desejo. Citarei duas reflexões dos pequenos. Veja que riqueza: “Quando eu
desejo, minha mente se abre.” “Você pode comprar uma flor, mas não pode comprar
o perfume dela.” Nossa! Como as crianças sabem dizer as coisas! Parei nestas
frases por dias. Mas as crianças continuaram. Foram desenhar o perfume da flor!
Alguém aí já pensou em desenhar o perfume? Eu nunca! Obrigada crianças por esta
aprendizagem! Achei sensacional e os desenhos ficaram maravilhosos. Concluo que
cabe sim ao adulto “provocar” as crianças para que ampliem o conhecimento de
si, do mundo e percebam o que não se mostra ou nomeia. Mas cabe principalmente
deixar-se ser provocado por elas. Vou lá desenhar o meu perfume.
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