Não basta escolher a escola. Há que manter a parceria.
Leia as dicas na minha coluna da Pais & Filhos que podem ajudá-lo a ficar mais atento, e ainda levar o seu filho com maior segurança.
Este BLOG serve a quem quer refletir, conhecer e agir na EDUCAÇÃO de filhos, alunos, colaboradores.
Tão logo a criança entra na escola, inicia uma enorme expectativa dos
pais e da escola sobre sua disciplina e
rendimento escolar. E logo inculcam na criança a valorização à competitividade.
Afinal, num país tão populoso a competição já faz parte da cultura.
As escolas, na maioria públicas, são de período integral e a rotina do
aluno é intensa e extensa. E ao chegar em casa, ainda tem aulas extras e estuda
por mais 3 ou 4 horas. Não há tempo para o lazer, para o ócio, para namoro, para
viver além dos estudos. O foco é estudar, ser o melhor, superar os adversários
e enfrentar o “Gao Kao”, que é o teste que lhes garantirá o ingresso a uma boa
universidade, e que por sua vez, possibilitará um bom emprego e uma carreira de
sucesso.
No ambiente escolar é notória a organização e a concentração dos
alunos de qualquer faixa etária. E, além de serem muito parecidos fisicamente, são
também em termos comportamentais. Tímidos, reprimidos, focados, competitivos, disciplinados,
excelentes alunos, mas pouco criativos e inovadores. Mas isto não fica assim,
afinal a competição agora é também internacional. Veja no próximo post as
mudanças que se fizeram necessárias.
Como vimos na postagem anterior, na primeira infância os chineses enchem
as crianças de carinhos e toques. E a medida em que os filhos vão crescendo, os
pais se afastam deles, física e afetuosamente. Reprimem o afeto. Os chineses
não se abraçam! Claro que há uma interferência cultural nesse comportamento.
Durante a Revolução Cultural o amor pela família era considerado uma traição ao
país e ao partido comunista que deveria estar acima de tudo e de todos. Assim,
as crianças eram afastadas dos pais para não se contaminarem com os antigos
costumes.| Quadro de honra ao mérito. |
E, por serem únicos, os filhos recebem muitas pressões e grandes
expectativas da família para serem os melhores alunos, os melhores no trabalho,
os melhores em tudo. A competitividade está travada. Veja como isto funciona na
próxima postagem.