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5 de jan. de 2015

132. NOVA SÉRIE “EDUCAÇÃO PELO MUNDO”: ÍNDIA: PRIMEIRAS IMPRESSÕES.


Fui a Índia com alguns propósitos. Entre eles, pesquisar, in loco, projetos educacionais transformadores e voltados à educação de qualidade, como tenho feito em outros países. Apreender da cultura. Vivenciar e potencializar os sentidos e o ser. E, realmente não dá para voltar igual ou indiferente da Índia. Liderados pela encantadora Vashima Goyal da Eduretreat e com o imprescindível apoio da Avante Educação e Mobilização Social, lá fomos nós conhecer desse país tão cheio de mistérios. Sempre que vou a um país, procuro estudar um pouco antes e ampliar minha imaginação sobre ele. E sempre me surpreendo com a diferença entre o que imaginei e o que reamente é. Ansiava conhecer a Índia, mas preocupava-me os estupros, a pobreza, o lixo, as contaminações, os religiosos mais radicais. Mas, a Índia já de cara te pega de jeito e transforma o seu olhar. Junto com ele o seu sentir. E aí a viagem começa.  Mas sabe quando você vê uma lua linda, enorme, brilhante e tira uma foto? O que vê na câmera? Uma bolinha branca bem diferente da lua que se viu. Falar da Índia é mais ou menos assim. País para ser vivido, muito mais do que contado. É país de sentidos, de olhares, de metáforas. É país que se conecta com o caos em múltiplas e diversas conexões, mas que magicamente mostra harmonia! País da flexibilidade, diversidade, integração, barulho e silencio. País que produz em nós coisas que não se nomeiam. E tantas outras para compartilhar. E é o que aqui farei.
Inicia mais um EDUCAÇÃO PELO MUNDO. Vamos nessa?

18 de nov. de 2014

128. PENSAMENTO INDIANO E A EDUCAÇÃO DAS CRIANÇAS.

Meu pai e minhas filhas. Foto com várias interpretações. 

Essa postagem foi pré-programada, assim como as anteriores. Hoje  escrevo no presente imaginando a possibilidade do futuro.
Nesse momento, devo estar do outro lado do mundo há 10 dias, fazendo mais uma pesquisa educacional, cultural e pessoal. Visitando escolas, universidades e tendo encontros com mentes brilhantes que percebem a educação de modo bem diferente do mundo ocidentalizado. Devo ainda estar conhecendo mais uma cultura e alimentando os meus sentidos num país tão diferente, país dos contrastes, onde parece se perceber simultaneamente o caos e a paz.
Dizem que quem vai a India volta transformado. E sei que assim voltarei, pois quando nos abrimos às novas aprendizagens, e elas acontecem, nossos circuitos mentais já não são os mesmos, transfomando nossa visão de mundo e de gente, incluindo a nós mesmos. Além disso, lá farei 50 anos, o que será bem significativo para mim.
Por ora, deixo-lhes um pensamento indiano que, a mim, muito diz dos filhos e das possibilidades que a educação irá gerar. E na volta trarei as novidades já vividas e as transformações experimentadas.

Para refletir:
A semente carrega em si a memória do passado e a possibilidade do futuro.

Até a volta!